Mostrando postagens com marcador Nostalgia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nostalgia. Mostrar todas as postagens

Onde estão os meus amigos
Onde estão os meus sorrisos
Não ouvi o seu aviso
E nem vi suas mãos de carinho


Às vezes fico só, às vezes gosto da solidão;
Às vezes me sinto bem, mas mal por sentir bem
Às vezes amo e sou amado, mas ainda continuo infeliz;
Às vezes me sinto especial, às vezes insignificante;

Às vezes sou inconsciente, tendo consciência;
Às vezes, busca a felicidade com o amor,
Mas do mesmo jeito que o amor é tudo,
Ele pode ser nada, e volto à rotina;

Às vezes me consideram bobo, às vezes eu até concordo;
Às vezes sinto prazer, às vezes não gosto de sentir-lo;
Às vezes eu arrependo, às vezes eu acho bem feito;
Às vezes sou parado, às vezes agitado;
Às vezes penso pra fala, às vezes falo sem pensar;
Às vezes to com, às vezes sem;
Às vezes sim, às vezes não;
Às vezes mais, às vezes menos, ás vezes mais ou menos.
Às vezes sou mais eu, mas não sou seguro
Às vezes minhas virtudes são defeitos e vice-versa

Em Jesus se encontra satisfação da sede
Se encontra a paz que não condicionada de silêncio
A presença dEle acalma o coração desesperado
Traz alegria ao que chora, esperança ao que implora
Se torna totalmente importante para a vida, porque é a verdade e a abundancia dela

Transforma o que tanto valorizavamos em lixo
E o que não valorizavamos em essêncial, pois, é!
Desbestializa o "ser-humano" fazendo-o ser humano
Que não necessita de lei ou controle algum
Apenas de algo que o condicione e que insentive a fazer
O amor imerecido de Deus que ainda é imerecido enquanto vivermos
Até quando formos perfeitos.

Tomara
Que você volte depressa
Que você não se despeça
Nunca mais do meu carinho

E chore, se arrependa
E pense muito
Que é melhor se sofrer junto
Que viver feliz sozinho

Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...

Vinícius de Moraes


Quantas caras temos? 
Quantas ainda teremos?
Quantas mascaras usamos
Quantas farsas fazemos?
Uma, duas, três, nenhuma? 
Nenhuma? Acho que não.

Todo mundo esconde algum defeito, 
Algum segredo
Algum brinquedo;
Algum momento
Algum evento, 
Algum tormento;
Alguma dor, 
Algum penhor, 
Algum amor.

Quantos somos?
Quantos ainda seremos? 
Quando isso continuará
Isso nos prejudicará?
Certamente sim. 

Ajuda a curto prazo,
prejudicial a longo tempo.
Será que somos o que realmente somos, ou achamos?
As letras e as ações são as mesmas? 
Controversas? Contraditórias?
Nos restará alguma história ou memória?

Um dia tudo se mostrará
E não terá lugar a mentira.
O dia de mudar foi ontem, 
Mas ainda tem chance pra hoje, 
Amanhã nunca será.



Um poeta pode convencer nas palavras, mas alguém poderá convencer ainda mais nas expressões.

Machado de Assis disse: “Não é que a poesia seja necessária aos costumes, mas pode da-lhe graça”. E foi nisso que eu descobri o meu erro. Mesmo que essa não seja a interpretação correta e coerente dessa frase, foi a que fez sentido pra minha vida:

A poesia trás muita graça para a vida. Ela demonstra o valor, o carinho e admiração. A sua elaboração é de contemplável talento, porém, ela não é necessária. Ela não pode ocupar a necessidade de ligação concreta.

O que é necessário é o amor demonstrado, o carinho, o abraço forte, o gesto, o olhar. O contato de carne. A troca de olhares e o dizer sincero dos sentimentos do coração e dos elogios singulares.

E isso foi o que eu não fiz. Fiz necessários os meus versos e ainda exigi correspondência. Enquanto eu me exponha tangivelmente de verdade, mostrava a realidade das minhas palavras, e a conquistava. Quando minhas palavras falavam mais que minhas ações, eu a perdia. Mas só depois que ela se afastou que eu percebi. Não enxerguei os tantos sinais que me mostravam o que eu deveria de fato fazer. Que tolo.

O erro não está na poesia, mas de como o poeta a usa.



Tenho receio às vezes de estar encomodando. Minha alegria parece incontrolável e eu não consigo me conter. As mãos frias, os batimentos mais fortes batem quando se espera e chega a hora.

Sempre avalio o instante do contato. Se estou falando de mais, se falei coisas que não deveria ser ditas. Fico nessa consciência critica dentro de mim que brota durante e depois do acontecer. Perco a espontaneidade da expressão.

Espero não ficar me perguntando tanto. Espero não errar tanto. Porém, percebo que me pergunto tanto, e errei e erro muito. Minha intenção é amar e que isso seja permanente.

Um chato eu rebuscamente pretendo não ser, pois quero esse amor pra sempre se estender. Ouso dizer: pela eternidade.

O que você fez com os meus olhos que não consego olhar outra garota sem que venha logo a sua imagem
O que você fez com minha cabeça que agora só pensa em você
O que você fez com minha vontade que só aceita se for você
O que você fez com meus sonhos que agora todos te contêm
O que você fez com meu coração que agora só agita e pulsa de saudade
O que você fez com minha poesia que agora só sabe falar de seus atributos
O que você fez com minha criatividade que se aprimorou me fazendo passar até noites escrevendo de você
O que você fez com minha dignidade que a desprezo pra te agradar
O que você fez comigo que não sabe mais o que fazer se você não estever do meu lado


Talvez o tempo de maior inspiração. Momento de recordação do instante marcante do dia. Alta avaliação de si próprio de modo critico relativo. Suave ou duro.

O corpo descansa e a mente tende a se priorizar e entãofacilita o encaixe do quebra-cabeça das junções das palavras. Aumenta a levezae a percepção das coisas. Estou só, pois está escuro, mais propício e sensível do ambiente, da cena, da história, do espaço, do fato.

Quieto e lento é o tempo. Preciso apreciar-lo porque vai passar. Nada interfere, talvez até ajuda. Instante de criação, invenção.

Minhas lamentações possuem lindas palavras de um horroroso momento ou fase. Minhas atribuições tendem a mostra a precisão do meu observar, o bom gosto de notar a gostosura.

Um dia normal e rotineiro nada tenho a declarar se não areclamar. A nostalgia grita por socorro, quem pode me salvar?

Poetizo o real, o sonho, a dor, o amor. A apreciação o desgosto. Coisas simples se tornam esplêndida.

Não me sedo até escrever. Quando vem, traz obrigação de fazer. Depois que cumprido, é a hora da paz para depois da hora de amostra eucorrigi-la, tirar e acrescentar.

Assim é o noturno de alguns dias. É-me agradável, pois como diria Machado de Assis: “... a poesia traz graça a vida”



Saudade se cura, se trata ou se ameniza apenas com presença. Seja ela tangível audível ou visível. Sentida somente no intimo ser.

O sentido é um abraço no coração; um refrigério no ser; o apaziguar da dor; se reacender.

Saudade sempre se dá saudade. Ela vem depois volta, dolorida quase da mesma forma.

 Quando me acostumo com meu costume de estar acostumado com esse costume, começo a escrever.

Escrever as vezes é melhor que digitar por fluir melhor o exato pensamento. Geralmente assim sito quando estou angustiado com minhas ações e consequências que mais é pelo motivo de não fazer, estar passivo.

Eu olho o porque de diversões do mundo. Fico triste, indignado. Não era para ser assim, não pode permanecer desse jeito. Mas o que faço para melhorar? Eu erro nos meus próprios conselhos. Aponto uma direção e não vou junto. Esse lado da minha hipocrisia que mais me doi. Anestesiado. Dói por falar e saber que não vive. Não é autentico.

Em todo tempo minhas promessas são desfeitas e entregues por apenas alguns golpes

Creio que vou me amadurecer muito quando eu parar de ser inconstante.

Dias em não se encontra satisfação. Jogos, livros, TV, aquela troca de canal incansável sem achar um que te faça interessar; sempre clicando em "Atualizar" no orkut, ou em "new tweets" no Twitter; procurando algum vídeo que te chame a atenção no You Tube, enfim, aquela busca de algo que não faça seu tempo ser um tédio, mas que ao mesmo tempo é disperdício de vida.

É nesses momentos que rosna a minha carência faminta, e que minha alma pede um sorriso, meu coração bate dizendo:

Tecnologia do Blogger.

Popular Posts