Quando me acostumo com meu costume de estar acostumado com esse costume, começo a escrever.

Escrever as vezes é melhor que digitar por fluir melhor o exato pensamento. Geralmente assim sito quando estou angustiado com minhas ações e consequências que mais é pelo motivo de não fazer, estar passivo.

Eu olho o porque de diversões do mundo. Fico triste, indignado. Não era para ser assim, não pode permanecer desse jeito. Mas o que faço para melhorar? Eu erro nos meus próprios conselhos. Aponto uma direção e não vou junto. Esse lado da minha hipocrisia que mais me doi. Anestesiado. Dói por falar e saber que não vive. Não é autentico.

Em todo tempo minhas promessas são desfeitas e entregues por apenas alguns golpes

Creio que vou me amadurecer muito quando eu parar de ser inconstante.

 Abro os meus olhos já é de manhã
À noite é menor cada dia
Os dias às vezes parecem iguais
A guerra é minha rotina

Peço forças
Pra continuar
Peço forças
Prá poder lutar

Luto pra sobreviver
Com os olhos voltados pro céu
Espinhos me fazem sofrer
Resisto na luta com a graça de quem já venceu

Fecho os meus olhos a noite já cai
Começo a tratar minhas feridas
Olho pros céus com os joelhos no chão
Abro os braços pra graça divina

Peço forças
Pra continuar
Peço forças
Prá poder lutar

Nada vai nos separar do teu grande amor
Mesmo caminhando em dor, sou mais que vencedor

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